quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Blade Runner


Se tiverem aquele amigo que viu mais filmes do que tu viste animes e se mencionares Cyberpunk possivelmente este é um dos primeiros filmes que ele se vai lembrar. Blade Runner é um daqueles filmes que qualquer fã de cyberpunk conhece e muito bem. Sem contar que Blade Runner pode dizer-se que introduziu bem o ambiente de um verdadeiro Cyberpunk.

Le review
Em 2019 em Los Angeles, conta a historia de Rick Deckard, um policia já fora de duty mas que também é um Blade Runner ( que é basicamente um caçador de Replicants, que são seres humanos artificiais ) e a missão dele é caçar uns 4 replicants que vieram para a terra ilegalmente.

A historia em si tem boas cenas mas o foco da historia parece ser mais sobre a aceitação dos replicants em que temos o nosso heroi a procura de cada replicant e a mata-los.. claro que aos matar há sempre mais do que só isso. Também existem aquelas questões de man vs machine, cenas do género que define Cyberpunk. Anyway acho que o filme fala muito por si, fazer uma review com algum texto sobre este filme é complicado quando o mesmo é muito expressivo apesar de quase ter menos cores do que um PC antigo.. mas lá está.. uma das definições de Cyberpunk é que não existe dia porque é tudo noite e escuro e tal.

Eu gosto particularmente da soundtrack deste filme, tem algumas tracks fixes mas é daquelas soundtracks que se limita bem no filme sendo que ajuda a alocar o ambiente de cyberpunk muito bem.


Cenas da vida e Dark and Grim

Sendo completamente honesto, apesar de poder dizer montes de coisas boas sobre este filme... eu simplesmente não gostei dele.. e nem é pela sua escrita e nem nada mas é pela falta de acção... eu infelizmente sou daquelas pessoas que adora acção continua e quando me falaram deste filme e pelo titulo pensei que ia ter algo mas infelizmente não o tive. Mesmo assim o filme é deveras bom e uma boa introdução a qualquer pessoa que queria saber o que é.. Cyberpunk.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Sunshine ( 2007 )


Realmente no mesmo ano que TTGL saiu havia um filme bonito e esquecido no meio de tantos por ai, Sunshine é um Space Thriller diferente sendo que parece que se vai tornar num tipo de cliché mas depois vira outro completamente diferente. Existe umas questões interessantes que o filme trata mas para os fãs de thrillers isto é de facto bom e bom uma boa Soundtrack para acompanhar... e captain America também nos acompanha.. infelizmente não é o Reb Brown mas o outro Christ Evans.

Le Review

Em 2057 o Sol estava a dar das ultimas e as pessoas andavam todas preocupadas... inicialmente enviou-se uma nave espacial com o propósito de criar uma estrela dentro de uma estrela ( Starception ) em que a Nave foi chamada Icarus I ( hit the symbolism Alert ) mas como a I falhou foi enviado uma 2º missão que é a que acompanhamos. Icarus II então segue viagem para o Sol para poder criar um mini-bigbang dentro do Sol e criar uma nova estrela dentro de uma estrela.

O desenrolar é completamente normal, começa tudo bem, é nos introduzida a crew e cada um com os seus problemas a dar a entender que não existe main character mas ele esta lá. Sim temos main character e chama-se Robert Capa, sendo ele o único a saber como controlar o Stellar bomb e tal, cenas da vida. Com isto tudo o que basicamente acontece no filme é uma série de azares e erros de calculos que chega a danificar a equipa mas não é o suficiente para os mandar abaixo, mas ai é-nos introduzido a outro ponto dentro da historia. A parte de Thriller é mais a frente introduzida por causa de um membro que aparece na nave deles que não foi convidado.

Quanto ao membro não convidado, existe ali um conflito entre Ciência e Religião que possivelmente não foi acabado ou simplesmente foi feito para as pessoas debaterem.. o problema é que não existe muito para debater sobre este tema e muitas vezes isto saiu tão do nada que as vezes preferia que o Computer Icarus ganha-se vida e lixa-se a operação toda.. sim seria como Space Odyseea mas não saia tão do nada como isto saiu.

Quanto a soundtrack é lindíssima, mas isso parece regra em filmes como estes sendo que tem que se meter algo para ouvir enquanto se esta perdido no espaço. Quanto a efeitos especiais foram giros mas nem sempre é o grande foco.

Cenas da Vida e Solzinho para o Bronze

Sunshine é mais um dos Space Thrillers que há por ai, mas este tem algo de diferente mesmo porque não acaba em tragédia e trata de um assunto que realmente não pensamos muito que é o nosso querido e amado sol. Porque não conseguimos viver sem ele. 

domingo, 15 de fevereiro de 2015

50 Shades of Grey



Vocês devem estar a imaginar o que raio este filme esta a fazer neste site e tal... e eis que eu respondo...bem normalmente tratamos de maus animes, porque não maus filmes.... mas Fifty Shades of Grey é assim tão mau como as pessoas pensam?... há coisas que este filme faz de mal mas nem é culpa total do filme mas sim porque o trabalho original é um vomito criativo e há que dar credito aos atores por estarem a interpretar bem os papeis que lhes foram dados... sim estou a defender que isto foi bom acting o problema é que nem é o acting mas é o script.

Le Review 

A historia desta série de filmes é de um romance particular entre Anastasia Steele e Christian Grey em que é diferente dos outros tipos de romance sendo que o Christian Grey é... um rapaz particular sendo que ele só consegue ter uma relação se for uma relação por mestre e submissa. Agora a cena é esta, descrever a historia mais do que já o fiz é completamente impossível sendo que passam demasiado tempo a ver quando é que a Anastasia se decide se ela quer assinar o contrato de submissa... eu não via contratos tão ridículos desde o Roomate e Dating Agreement do Sheldon de Big Bang Theory...alias parece uma piada saída dessa série...

Anyway quanto ao seguimento da historia realmente nota-se que a escrita é horrível porque de 20 em 20 minutos temos uma cena de sexo extremamente rápida e não passam de sexo, cena de vida normal e depois voltam ao sexo. E só depois de uma hora e tal de sofrimento perante esta historia é que temos a pequena amostra de sexo com pseudo Bondage ( isto é umas chicoteadas e ela presa só nos braços ). De resto é como se fosse o vosso romance normal mas claro... da forma como esta escrito parece mais uma tortura do que propriamente um filme romântico... podem dizer que é um filme para raparigas sim e de facto o é, o problema é que é feito para raparigas que devem ser labregas os fãs de Diabolik Lovers/outros Otome games em que os gajos são completamente possessivos e egoístas ao ponto que elas têm de fazer o que eles querem.

Em termos de personagens é basicamente isto... Se a Insegurança fosse uma pessoa se deveria chamar Anastasia Steele, a rapariga é completamente labrega, insegura, parvinha de todo, sensível sendo que geme por qualquer coisa que o Christian faça a pontos que chega a ser irritante.

Quanto ao Christian é confiante, possessivo, control freak, ciumento e gosta de estar sempre em controlo e egoísta... que honestamente são boas qualidades que um homem devia de ter... Mas bem, basicamente ele faz tudo por ela mas chega a pontos que ele chega a ir onde ela trabalha e onde vai de férias... claramente material para marido perfeito.

A soundtrack do filme é razoável mas também é daquelas coisas que honestamente nem liguei sendo que estava mais preocupado com o Dialogo.

Cenas da vida e 50 Sombras de castanho 

Honestamente falar mal deste filme é estupidamente simples, porque vem de um livro que até typos tem e a escrita do mesmo é igual a um livro logo nem dá para criticar o acting que os actores investiram no filme sendo que se o mesmo é mau qual é o objectivo de estar a fazer o mesmo... vou ser honesto mas acho que tanto o actor que fez de Christian e a actriz que fez de Anastasia fizeram bem os seus papeis... ambos com a emoção que supostamente esta no material original. Pá realmente é dos piores filmes a ter saído num dia de São Valentim, mas hey... escrever romances modernos hoje em dia e também nada se esperava deste filme se não que fosse mau.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Paprika



Se há filme mais conhecido fora do Studio Ghibli Circlejerk é Paprika, também conhecido agora como "Inception: The Animation", é um dos filmes que brinca com a percepção da audiência entender o que é real e o que é sonho. Eu tenho um gosto por este tipo de filmes. É uma coisa estranha.

Le Review

Paprika é situado no futuro onde há um grupo de cientistas que criaram uma maquina chamada DC Mini, que permite entrar nos sonhos de outras pessoas e cujo objectivo era ajudar pessoas com problemas de sono e de psicose.. e essas coisas. Mas bem dentro deste mundo também existe uma mulher que viaja nos sonhos de todas as pessoas chamada Paprika em que ela faz o que quer basicamente mas sempre tenta ajudar as pessoas a melhorarem e compreenderem os sonhos de cada um.

A historia em si gira a volta de que alguém roubou os DC Minis e sendo que eles estavam incompletos são capazes de entrar nos sonhos de qualquer pessoa ou até fazer a pessoa alucinar que é sonho mas estava na realidade. E é aqui que começa a parte mais gira em que se chega a pontos que o que é realidade é mentira e o que é mentira é real. Muito de trocas aqui e ali em que perdes a noção do que é real e do que é sonho e o sonho de muita gente é tentar compreender o que raio é aquela coisa com os bonecos todos... acho que ninguém quer perceber.

Em termos de personagens neste filme realmente não é assim tão focado nelas sendo que passa pelas personagens, fala delas o suficiente ( é um filme logo ya ) mas nunca vai muito profundo. Toca possivelmente mais na Paprika porque ela é tipo uma "heroína" dos sonhos. Mas realmente é uma questão de seguirem a historia e se tiverem de ver vejam outra vez.

A animação foi feita pela Madhouse que honestamente esta bonito de se ver sendo que as animações andam perfeitas e existe movimento, liberdade mas como filme de animação é normal e diferente do Studio Ghibli ( desculpem-me ) nem toda a gente parece igual.

Cenas da Vida e Sweet Dreams Little Prince 

Paprika é um daqueles filmes feitos para sonhar, vai-te fazer ficar confuso se não estiveres atento e possivelmente pode estragar a experiencia, logo recomendo que fiquem atentos durante o filme todo para não perderem nada sobre ele e é tudo um sonho dentro de um sonho passado num sonho que tem realidade a mistura e um bocado de Matrix metido.  

Milenium Actress


Milenium Actress é um Dramatic Love Story que começa de uma forma inocente e de repente vira algo que realmente nos faz pensar  que ao dedicarmos a algo durante muito tempo pode consumir-mos para o resto da vida.

Le Review

A historia basicamente é de dois jornalistas ( um deles chamado Genya Tachibana ) decidem entrevistar uma estrela do cinema Fujiwara Chioko em que ela mesma conta a historia do pequeno "romance" entre ela e um artista que supostamente era um rebelde contra a força japonesa na altura em que ele lhe da uma chave e diz "isto é uma chave para algo preciso" e ela fica com a chave basicamente para sempre. Depois a Chioko andou pelo mundo do cinema a interpretar varios papeis mas isso só servia de desculpa para procurar aquele homem em que ela nada sabia dele nem que tipo de desenhos ele fazia.

Em termos de como é contada a historia é feita de uma forma original.. em vez de ser flashbacks sem nada, é basicamente contada de forma que nós vemos o que aconteceu mas os dois jornalistas aparecem já no meio como se estivessem a viver a vida dela em primeira mão. É uma forma interessante de contar biografias sendo que se vive dentro daquilo mas ter sempre alguém que esteja de fora a ver. Em termos de enredo é bonito de se ver e tem aquele toque de inocência e um toque de amargura.

Animado pelo estúdio Madhouse, Milenium Actress é simplesmente bonito e tal como outros filmes do mesmo estúdio conseguem ter aquela bonita percepção de movimento e é tudo fluido e bonito.. o normal de um filme da Madhouse porque até movimentos rápidos raramente têm frame skips.

A ost claro que é um conjunto de musicas tematicas para cada filme que a Chioko representa e cada uma faz um bom blending dentro do filme para dar o ar do que quer representar ( eu falo imenso em blending não é... desculpem... eu e Sound tracks é uma coisa manhosa )

Cenas da Vida e Chaves da memoria

Milenium Actress juntamente com Perfect Blue e Paprika são exelentes e lindos filmes dirigidos pela mesma pessoa Satoshi Kon em que ele realmente consegue mesmo captar a audiência de forma interessante e fazer as pessoas viajar por mundos bonitos e cheios de cores.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Theory of Everything


"Look up at the starts and not down at your feet. Try to make sense of what you see and wonder about what makes the universe exist. Be curious" - Dr. Stephen Hawking

Se há coisas que me motiva a ser "reviewer" ( meti entre aspas porque honestamente só faço pelo fun e não tenho nenhuma autoridade para ser um... e nem curso de jornalismo se é se quer preciso para tal ) é o facto de ser curioso e muitas vezes dar credito onde é preciso ser dado e realmente compreender o que vejo para perceber, aqui pode-se aplicar o que o Hawking disse... alguma coisa mas aplica-se.

Em 2014 se existe algum filme que realmente meteu os olhos cheios de lágrimas de muitas pessoas foi o Theory of Everything que conta a historia de Doctor Stephen Hawking que é o físico teórico mais conhecido do mundo pelos seus variadíssimos trabalhos e  também pelas suas contribuições para a ciência. E o próprio gostou do filme que muitas vezes se via ele lá


Le Review

Setting - Em 1963 é onde começa a historia do filme onde o Stephen ( played by Eddie Redmayne ) e Jane Wilde ( played by Felicity Jones que já agora ela é linda e muito fofinha ) conhecem-se numa festa e falam um com o outro e o romance começa logo de ai mas lá esta é algo inocente e normal dos anos 60... e Já agora uma pequena curiosidade... foi em 1963 que estreiou Doctor Who.... é um ponto importante sendo que existem duas referencias no filme a DW. A partir de aqui é um bom bocado de Stephen na escola de como era preguiçoso mas dava-se bem com colegas e até dava-se bem com  quem iria ser a primeira mulher dele. E as coisas começam a cair quando ele é diagnosticado de  Esclerose Lateral Amiotrófica que basicamente o cérebro não iria fazer bem a conecção com tudo o que tem a ver com movimentação e assim não se iria conseguir mexer, falar, respirar ou qualquer outro movimento. Basicamente o resto do filme é a vida dele e como é que a primeira mulher dele carregou o peso todo da doença dele e de ainda conseguido ter filhos ( existe uma piada sobre isto mais a frente no filme.. um bom toque de humor calhou mesmo bem ).

Eu e este filme até nos demos bem... apesar de ter tido um flashback a filmes como Brilliant Mind em que a mulher do génio tinha de o aturar porque ela não conseguia compreender o porque de ele ser tão inteligente e havia a barreira e tal mas neste filme provou o contrario a Jane é uma mulher que não só o conseguiu suportar por tanto tempo como ela mesmo compreendeu as teorias dele porque há uma parte do filme em que ela fala do que ele já andou a fazer pesquisa e é bonito ver esta evolução e também perceber como funciona ter que carregar isto tudo as coisas e o final em si é bonito.

Em termos de acting este filme até que correu bem, se bem que tenho um bocado de feeling neutro com o acting do Eddie Redmayne porque parecia que estava sempre no gozo mas lá esta.. talvez o proprio tenha sido assim na vida dele logo pode ser disso e o Stephen disse quando viu o filme que se as vezes parecia ele mesmo ao ver. a Felicity Jones ficou particularmente bem ao fazer papel de uma mulher forte mas também tinha as suas fraquezas e via-se isso bem. Eu gostei no geral em termos de acting.

Bem o que é bonito e mesmo lindo de se ouvir é mesmo a soundtrack e quem me conhece sabe que eu gosto de soundtracks que se adapta bem ao filme e o senhor que compôs a soundtrack, Jóhann Jóhannsson, fez um bom trabalho em que a musica é boa para se misturar bem com os bons momentos do filme como é boa de se ouvir.


Cenas da vida e Tempo

Theory of Everything é um bom filme, tem drama, tem um climax e um bom final... obviamente que o Dr. Stephen Hawking ainda anda a procura da reposta para tudo no universo e ainda com 72 anos vivinho da silva, é uma grande inspiração para muitos jovens cientistas mas também para qualquer pessoa. Retrata bem a vida dele ( ou o que foi realmente ) mas nem chega a contar tudo porque ele teve uma segunda mulher. Anyway se andam com vontade de ver um filme mais com base de drama e por ai, este filme é bom para satisfazer isso e ainda aprendem um bocado sobre uma das pessoas mais influentes nos dias de hoje e para quem se vai questionar... não és obrigado a conhecer as teorias dele para ver o filme, podes ler isso depois. 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Minority Report: Everybody Runs


Sim este vai ser o ultimo filme que vou fazer review de um filme mas deixei este em especial porque lembrei-me que "ah e tal os leitores até podem ficar interessados num filme que gosto... porque cenas" e Minority Report é um dos meus filmes favoritos.

Anyway o que gosto neste filme nem é as cenas de acção ou como a personagem principal resolve o filme e tal mas o que gosto mais é da forma como este filme toca em assuntos interessantes como seria se houvesse um sistema em que homicídios fossem pre-determinados e que nada fosse sem o perigo de homicídios sem contar que  sem contar que algumas das conversas são giras mas é na parte inicial do filmes, depois o resto torna-se na resolução do mesmo.

Le Review

Em 2054 em Washinton D.C é testado algo já a algum tempo chamado PreCrime. Um sistema que utiliza 3 pessoas com "talentos" especiais de poderem ver homicídios antes  de os mesmos ocorrerem e eis que entra o nosso Main character Captain John Anderton ( Tom Cruise ) em que ele é o chefe da divisão. Quando existe um homicídio existem dois tipos um Predeterminado que se pode ver horas em avanço ( de 20 horas ou mais ) mas esses já nem ocorriam por causa do Precrime, agora existem outros em que accionam o Red Ball Alert ( ... no Pun intended ) em que aío só têm poucas horas ( normalmente entre 2 a 5 horas ). Existe uma cena muito cedo em que decidem explicar de como podemos prender pessoas antes de eles cometerem os crimes se não os fizeram é giro esse pequeno momento, pena não estar no filme todo. Somos introduzidos ao primeiro "vilão" Agent Danny Witwer em que o obejctivo dele é ver e avaliar o sistema de Precrime para poder ver se vale a pena que esse sistema seja provado pelo governo.

Uma pequena atenção ao ver este filme, se estiverem com atenção a tudo o que é dito nos primeiros 40 minutos deste filme vão ter as respostas todas do centro da acção e do final do filme, o foreshadowing é subtil o suficiente para dar muitas como poucas respostas ao filme, é uma questão de ficar atento.

Em termos de personagens o filme destaca-se bem sendo que o John Anderton e o Danny Witwer são os que se destacam melhor sendo que existe uma rivalidade inicial entre eles sendo que um estava a supervisionar o outro, como chegam a ajudar-se para resolver a questão final do filme. Mesmo assim acho que foi dedicado pouco tempo a outras personagens como os colegas de trabalho do John, mas sendo um filme não se pode ter tudo. Mesmo assim o acting de todos é bom.

A soundtrack tem musicas até que boas, eu tenho um gostinho pela "PreCrime To The Rescue" mas a musica faz bom blending com o filme que eu honestamente nem reparo muito, se eu reparar mais na musica no que no filme normalmente é mau sinal.

Cenas da vida e Clarity

Minority Report: Everybody Runs em si não é um mau filme, até é um daqueles filmes que vale a pena ver de vez em quando, tem potencial para muito mais mas em 2:45h não coube tudo, possivelmente daria para fazer uma série com o tema, Mas bem já volto com mais anime e cenas giras.