sexta-feira, 23 de maio de 2014

Kill la Joy: K-ON Season 2 and Movie


Bem, sendo que realmente eu fiz mal em ter visto esta parte muito de relance sem lhe dar muita atenção e a pedido de varias famílias ( 2 para ser exacto ) eu decidi ver a segunda season e ser justo com a série.. e guess what? ainda bem que o fiz porque a segunda season de K-ON + o filme faz um bom trabalho em dar a série o sumo que precisava. 


Analise

Quando disse que deu o que a série precisava, não estava a mentir e nem a ser sarcástico, infelizmente a primeira season é uma glorified character introduction sendo que são 13 eps para introduzir as 5 personagens principais da serie, se bem que também pode ter sido como teste à reacção do publico perante a animação de K-ON e como foi bem recebida ora cá estamos com isto. K-ON season 2 oferece mais do que simplesmente tea time e girls talk( mas ainda tem destas coisas ), já tem mais drama, mais conversas um bocado para o lado triste sendo que as 4 mais vão finalmente ir para a universidade e a Azusa fica sendo que é do 2º ano, praticamente esta season gira a volta desta parte sendo que é triste mas ao menos tentam o melhor que podem para se sentirem felizes e fazer com que a persongem que fica na escola ficar com algo em vez de ter sido abandonada por assim dizer.

Ainda bem que a série dropou o useless beach episode e o gag Yuri eyes da Mugi... porque era demasiado silly, apesar que existe uma referencia a Yuri mas é uma confusão que a Azusa faz ( mais mencionado no filme ). Quanto ao resto, tornou-se agradável ver as personagens desenvolverem um bocado e até tem melhor pace do que a primeira season e já agora, no ep 4 na altura em que elas estão a dormir e a mandar daqueles risos idiotas... eu honestamente tenho de dizer que foi um dos melhores momentos de voice acting que já vi... sendo que os risos e até as reacções as coisas eram muito reais.

Quanto ao desenvolvimento das persoanges... há uma coisa que me chateia imenso... porque é que não deram Backstory ou desenvolvimento a Mugi?.... porque é que o resto tem direito a backstories e coisas giras e tal... mas a Mugi sinto que nem lhe tocam, parece que ela serve como aquela que serve os chás e é a 3º idiota mas não temos nada dela para alem que é muito inocente, rica como tudo e para alem disso... mais nada parece que se focaram mais no resto.. até ao Ui que vai aparecendo de vez em quando tem mais backstory que a Mugi ( a Ui não tem development porque é sempre a mesma coisa de inicio ao fim ), talvez seja mais complementado na manga, não sei mas eu pessoalmente senti isso.

De resto? é uma série divertida sem momentos parados, só recomendo a pessoas que realmente conseguem passar pelo factor da cuteness da animação da Kyoani... se não conseguirem aguentar isso nem vale a pena tentarem ver porque é algo que realmente influencia demasiado a série. Digamos que é o lado Roses and Sunshine de anime e pode ser chato para muita gente mas se realmente conseguirem aturar Kyoani's animation, go for it não se vão arrepender.


PS: O filme esta incluido dentro desta analise também, tudo o que disse tem a ver com o filme, simplesmente não falei tanto para não dar muito spoiler ou estragar o fun de descobrirem a série.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Kill la Joy's Shitty anime of the Month: K-ON!


Eu estava a pensar muito.... Odeio quando isso acontece......


Isto é um segmento alternativo por mês onde se pega o que o pessoal considera mau e eu faço uma analise de porque ser mau e se realmente não é dizer a comunidade que deviam ir passear no campo, porque me apetece e o que me calhou na rifa foi K-ON e o que tenho a dizer sobre isto? K-ON é quase de génio como consegue ter ABSOLUTAMENTE NADA em termos de conteúdo e mesmo assim entreter tantas pessoas.

Opinião pessoal antes que passemos para a analise, eu não odeio mas nem gosto, simplesmente é uma série que simplesmente já não me consegue chamar a atenção, facilmente me distraio com outras cenas porque o que esta série tem para oferecer já outras o fizeram e honestamente já o fizeram melhor e nesta analise só o vou comparar a outras que vi, deve haver umas tantas que não vi.

Analise


Mas bem antes de começar com cenas vou dizer a todos o que é K-ON.

K-ON é um anime de 2009 (13 eps ) e 2010( 26 eps ) adaptado de uma manga de Kakifly que saiu em 2007 e acabou em 2012 com 6 volumes e o anime foi animado pelo estudio Kyoto Animation ( aka KyoAni ) e eis que me pergunto como é que conseguiu fazer isso... e já vão perceber porque de eu andar aqui preocupado com isso.

O que se pode dizer que K-ON, resumidamente é um cute girls doing cute things with music mais do que isso é simplesmente seguir a vida destas personagens como se fosse um reality show porque de resto não temos mais nada mesmo. Mas este fenómeno honestamente já foi melhor feito com Lucky Star, sendo que tinha mais piada e as personagens eram um bocadinho melhores mas porque é que K-ON bateu mais forte que Lucky Star? A única resposta possivel é mesmo por ser mais recente e "novo" sendo que na sociedade do consumismo somos bem assim, deitamos algo velho para algo novo mesmo que isso seja completamente igual ao produto anterior, e vamos ser mais honestos as personagens em K-ON são mais realistas ( em termos de altura corpo ) do que eram em Lucky Star e K-ON esta actualizado nos estereótipos do que as outras séries possivelmente... I guess.. eu pouco vejo destes animes.

Anyway mas vamos tentar apontar o que tem K-ON tem de bom, até tem musicas agradáveis ( excepto quando a Yui canta  que é uma dor de cabeça com aquela voz extremamente high piched) sendo a minha favorita a Don't Say Lazy ( que é a primeira ending ), possivelmente pode ter incentivado pessoas a tocar instrumentos ( se bem que há melhores que fazem isso ) e é um bom anime para dar como introdução a anime a pre-teens ou raparigas jovens... a rapazes não é uma boa escolha por ser extremamente femenino... e isto era um assunto que queria tocar... K-ON é muito girly mas tem muito homem que gosta disto ( Momento BR da review ) eu honestamente não explicar este fenómeno, talvez seja por gostarem de cute girls ou é um caso de Guilty Pleasure em que se arranja 1001 desculpas para se gostar disto mesmo sabendo que em situações normais não iriam ver esta série... mas eu estou a sair muito de onde queria ir.

Em termos de historia acho que honestamente não tem nada, o pacing é muito linear, as personagens são muito lineares a agirem e actuarem consoante o seu estereotipo sem realmente sairem dele como se fossem uma linha normal sendo que são previsíveis e parecem que fazem os mesmos gags sempre, por exemplo a Yui é preguiçosa e esta sempre lazy e depois quando lhe dá para fazer coisas faz mas esquece-se do resto... resumidamente uma Airhead com doses diárias de Prozac, a Mio e a Ritsu é sempre a mesma coisa se a Mio fica assustada com algo a Ritsu mete-se com ela para intensificar a reacção o que tem piada umas duas vezes.. depois é parvo e repetitivo e a Mugi é a Mugi... dá bolos faz coisas e é uma personagem rica que faz esquecer todos os problemas de dinheiro na série e é só mesmo isto, background das personagens temos o suficiente mas de resto não estou a ver ninguém a ganhar interesse ou a ter uma relação com as personagens quando elas não se mostram tanto não existem muitos dramas, a intensidade da série não muda muito é tudo normal lá no meio da série e nos 5 ultimos eps é que realmente alguém se lembra de ficar zangado e pronto temos problemas a resolver é tudo muito Happy e é possivelmente o que o autor queria fazer sendo que o que me parece que a série é dirigida a raparigas sendo que é cute girls a terem never ending girls talk ( como a opening gosta muito de evidenciar ) mas o interessante é que nem falam de períodos nem namorados logo estão a ver a cena... é como se estivessem a acompanhar a vida da vossa irmã de 12 anos por tudo o que ela fazem e convesas que têm com essa idade.

E a parte que todos queriam ouvir... animação, a animação até é gira... não tem muitos QUALITEH moments mas digamos que estamos a ver o que é o Execute Order 66 da Kyoto Animation porque a partir de K-ON ( possivelmente de outro anime mas K-ON é o que conheço ) o estilo e art design de qualquer coisa animada pela Kyoto Animation é tudo clones das personagens de K-ON... exactamente que estamos a observar os ginea pigs originais e o resto são clones, por serem extremamente similares e até a pontos de completos clones e qualquer um pensa que a Kyoto Animation ia cair depois disto.... olha que não... este tipo de animação vende por ser cute e ser cute vende mesmo que seja forçado num anime em que tente contar uma historia mais série ( Kyokai no Katana ) ou em animes feitos para raparigas como Free! que já tive mais cenas contra mas ao descer na terra fiquei "ah okay deixa tar".

Quanto ao resto eu honestamente gostava de mandar isto abaixo até ao chão e a rastejar no meio de estrume nas infelizmente é complicado fazer quando isto é um glorified Guilty pleasure para rapazes e uma série complemente cute, roses and sunshines para as raparigas, é a receita perfeita para um anime relaxante e com vários Beach eps para cocktease e o resto é cute tease e é essa a minha teoria, muita gente vê K-On por ser um guilty pleasure e eu nem tenho nada contra isso porque eu gosto de Hidamari Sketch apesar de ser exactamente a mesma coisa que irrita.. mas a Miyako é tão retardada que é funny e é isso mesmo.
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Em Suma e para quem não quiser tudo o que esta ali em cima K-ON é um Lucky Star mas de musica e é isso mesmo, piadas, estereótipos e beach episodes para toda a gente só isso o que consigo dizer e até dei a impressão que K-ON tem muita coisa para se ver com o raio do texto que fiz....mas não... nada acontece e é só! See you Next time!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Kill la Joy goes Philosofical: Ergo Proxy


Pela primeira vez que vejo um anime que espero que seja bom e decente... acaba por ser das coisas mais exageradamente complexas sem nexo ou razão nenhuma. Sim eu fiquei muito desapontado com Ergo Proxy mas isso significa que a série seja má? não significa que a série podia ter sido melhor se gasta-se menos tempo com eps sem nexo para dar criticas sociais e quebrar o pace da historia porque lhe apetece. A historia esta em todo o lado, existem pontos da mesma que não vão a lado nenhum, tanta critica social mas nem se consegue manter consistente em alguma, há varios eps que retiram a audiência da historia para vaguear pela mente das pessoas e fazer historias que honestamente serve para encher o chouriço. Mas a historia principal é boa? pá... nem é nada do outro mundo, mas rende ver? rende por duas razões, uma boa critica a sociedade moderna e ao mesmo tempo serve de exemplo de como não se faz uma narrativa. Eu queria ser bomzinho com este anime mas quase que não posso porque tem pouco que lhe salve mas anyway vamos lá a cena.

The Setting


O Setting é num futuro muito longínquo onde o mundo já esta praticamente destruido e só existe uma cidade que é a Romdeau ( que em Japonês parece London  ) e as pessoas vivem fechadas nesta cidade e o objectivo de cada uma é ser um bom cidadão ( you know... get a Job, get family, go to work, watch TV, and then say "I'm FREE!" ) e as pessoas têm uns cyborgues chamados AutoReivs que servem como ajudantes do dia a dia, se bem que para mim as pessoas dependem demasiado neles ( isto nota-se mais na personagem principal ). Estes AutoReivs têm consciência própria mas pode ser apagado sendo que é uma aplicação da maquina. Mas a historia em si começa com uma serie de assassinatos a AutoReivs e eis que aparece a nossa personagem principal Re-L ( pronunciado em Japonês Ri Lu e em inglês Ree EL ou REAL ) acompanhada do seu companheiro Iggy ( não é esse iggy que estão a pensar )  para investigar a cena. Nisto ela encontra duas criaturas estranhas e poderosas que muito mais tarde sabemos que são chamadas Proxies. O que são proxies, porque o mundo esta-se a destruir e o que realmente se passa dentro da cidade de Romdeau e arredores é o que se vai desenvolvendo na historia.

Personagens





Re-L Mayer - A nossa querida personagem principal e é a personagem que mais odeio na série... porque? bem primeiro, ela não se cala, faz as coisas a toa, não consegue fazer absolutamente nada sem o Iggy, deixa ter de ter relevância lá para o meio da série sendo que passa de uma personagem com alguma presença e parece principal para uma personagem secundaria em pouco tempo mas foi preciso uma data de eps para ela conseguir mudar a forma de ser. Mas ela tem um bocado de representativo de pessoa que quer procurar a verdade sobre o que se passa e é das primeiras a notar como a sociedade dentro de Romdeau esta a apodrecer e sempre na mesma.

Vincet Law - Só vou arranhar a superfície a falar desta personagem sendo que ele é importante mas dar demasiadas infos sobre ele é tipo spoilar a série toda e até quero que vejam por vocês mesmos isto. Anyway o Vincent inicialmente tenta ser um civil bem comportado em Romdeau mas pelos não consegue sempre que esta metido em sarilhos e por alguma razão ( spoiler ) faz com que outros proxies andem atrás dele. A importância dele passa de personagem secundaria a personagem principal lá para o meio da série o que é bom neste caso sendo que o Vincent é mais Main character do que a Re-L.

Pino - É a ultima personagem do trio que se aventura e ela é uma AutoReiv infectada com um virus chamado Cognito Virus, este virus faz com que os Autoreivs sigam o seu instinto e tenham liberdade, tal como uma pessoa. Ela é uma Companion type o que quer dizer que ela não faz absolutamente nada de jeito mas ela é importante porque ao agir que nem uma criança sem noção das coisas, dá mais sentimento de humanidade  e sanidade a todas as personagens que interagem com ela. Digamos que é a representação de sanidade e humanidade dentro da série.


Animação

Animado por Manglobe ( Samurai Champloo, Sengoku Basara [Game], Samurai Flamenco, etc) e tenho a dizer que a animação no geral é muito bipolar com as personagens humanas sendo que muitas vezes estão bem animadas e depois tem frames estranhos, naõ é mau... é tipo tamanho dos olhos aumentarem de repente ( e não é mudança de expressão ) mas os backgrounds e coisas do mundo em si estão bem animadas. E isto tem cenas de combate que também não são boas... possivelmente problemas de budget ou foram preguiçosos 

OST

Talvez a única coisa que salva este anime... apesar que parece que não tem grande sound track no meio do anime ( o que é bom para ambientar este tipo de animes ), tem boas musicas para se ouvir fora da série as o que bate melhor é mesmo a Opening e ending.

Opening: Kiri ( Save me ) by MONORAL
Ending: Paranoid Android by Radiohead

Personal Enjoyment

Custou-me imenso ver este anime, houve em partes em que adormeci e isso começou a acontecer a partir do ep 16... eu quero realmente gostar disto, mas não consigo quando tenta forçadamente ser algo que não é, estava tão bem como um little though provoking cyber-punk... e podia ter sido até mais pequeno se não gastassem tempo a ter eps em que divagam demasiado e tentam ser muito edgy porque sim. Gosto das questões relacionadas com God <-> Humans mas é tão pouco explorado e apressado que realmente fica mal inserido. Na realidade é uma serie com um potencial fantástico mas desperdiçado... recomendo verem só mesmo para entenderem o porque de eu ter ficado decepcionado 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Kill la Joy goes philosofical: Mushishi


Mushishi não é um anime para todos, fica já o aviso, nem é por ser pesado ou ser demasiado filosófico é mesmo por ser demasiado pacato, calmo e sem grandes movimentações e em certas pessoas faz com que a pessoa adormeça ( referencia a certa pessoa que me fez essa questão ), mas é um anime que vale a pena para as pessoas que procuram algo assim mais calmo, mas também não é assim tão Thought provoking como muita gente insinua que é mas vamos saltar já a cena.

The Setting and Characters 


Voltamos a isto de meter duas secções em uma sendo que é teoricamente impossível de as separar.

Mushishi é uma série episódica que se passa numa versão diferente do Japão feudal mas nunca retrata cidades mas sim em vilas. Neste mundo existem criaturas chamadas de Mushi que nem todos as conseguem ver e nem é bem explicado porque é que alguns conseguem e outros não ( simplesmente podem insinuar que pessoas que foram influenciadas por mushi conseguem mas não sei, talvez seja explicado na Manga ) e para lidar com esses Mushis existem os Mushishis, que na realidade são uma espécie de cientistas/médicos que fazem pesquisa e recolhem dados sobre os mesmo e isto é realmente só o setting porque de resto é em cada ep existe uma situação com um mushi e muitas vezes as pessoas têm que ser forçadas a tomar decisões ou até deixar que esse mushi continue a fazer o que normalmente faz.  Quanto as personagens, nenhuma delas é realmente desenvolvida e pouco sabemos sobre Ginko, que é a personagem principal.

Ginko é um homem estranho, não se mistura muito com o povo e sempre fica pouco tempo nas cidades onde aparece sendo que ele tem uma tendência de atrair mushis, diferente de outros Mushishis ele tenta não ter que matar o mushi mas sim deixa-lo co-existir ou até afasta-lo. Simplesmente não se tenta envolver muito com as pessoas mesmo sabendo que estas vão sempre cometer os mesmos erros. Falando de erros, em cada episódio estuda-se bem a condição humana em derivadas situações e nota-se mesmo bem que as pessoas cometem os mesmos erros várias vezes e existe muita coisa da vida e das pessoas até que bem exploradas dentro da série, é boa e gira mas lá está... muitas vezes é um bom bocado boring pela natureza de quão calmo é mas lá está, tem que ser visto numa altura em que estejas preparado para isso.. é tipo Aria mas melhor, na minha opinião.

Animação e OST


A animação é nos trazida pela Artland que é conhecida por animar a melhor Space Opera de sempre, Legend of Galatic Heroes e nesta série consegue estar bem animada sem ter aqueles ditos problemas de animação, esta bem feita e bem paced claro que honestamente tinham de fazer isso muito bem sendo que não existem cenas de acção e é muito calmo.

Quanto a musica de forma extremamente calma trazida pelo composer Toshio Masuda que também compos para Naruto ( 2002 ) Excel saga e outros. A ost no seu geral é tal como o anime, calma, pacata com algumas tracks dramáticas e até é boa para se ouvir fora da série.


Personal Enjoyment  

Vou ser honesto, houve eps em que fiquei a espera que acabassem porque a historia daquele ep era aborrecida mas de resto eu consegui realmente gostar da série, mas como disse uma data de vezes nesta review, não é para todos sendo que é mesmo pacato e calmo. Se conseguirem passar por essa barreira podem ver a beldade da série, é uma boa recomendação nos momentos em que estiverem a necessitar de algo mais calmo e relaxante. Oh e sem contar com isso... o Dub em inglês... por incrivelmente que pareça esta bom!





terça-feira, 6 de maio de 2014

Kill la Joy goes filosofical: Serial Experiments Lain


Lain tem de ser um dos animes que toda a gente na comunidade o considera bom porque é do tipo "mindfuck", mas honestamente não é bem esse o caso. Lain é um dos animes que raramente devia estar numa lista de recomendados ( a não ser que seja do tipo "psicológico" ) pela razão que este tipo de anime não é para qualquer um e grande parte dos nabos da comunidade acaba por chamar Masterpiece ou Best Mind Fuck ever a algo que realmente só serve para questionar-se sobre varios temas e andar a brincar com a cena da condição humana.

The Setting

O Setting é muito simples, é no futuro ( não há data ) esta tudo normal mas existe uma internet muito profunda chamada The Wired, onde as pessoas se conectam e falam umas com as outras uma espécie de facebook mas com sitios ainda mais estranhos. E é que nos é introduzida a personagem principal Lain, que nunca tinha interesse em Wired ou qualquer coisa do género, tomou o interesse quando uma rapariga se tinha suicidado e após isso mandou um email a toda a gente a dizer "I don't need my body... here on the Wired I met God" ( algo do género ) 

E a partir de aqui é que tudo acontece. A série é muito virada para o lado do ser humano estando ligados a web e ver isso como forma de ligação, como essas ligações podem tornar com que não tenhas consciência do que é RL e WL ( eles até separam isso como Wired e Real World ).

Cada episódio é uma historia diferente dentro da mesma continuidade falam em assuntos diferentes mas apesar de tudo ficar-se dentro da mesma coisa... e dá a entender que a Lain é esquizofrenia ou possuir personalidades diferentes. Honestamente acho que para realmente se apreciar Lain é preciso ver com um amigo do qual consigam ter uma discussão destas no qual se possam questionar sobre assuntos de evolução humana e entre outras questões, sendo que parece que o decorrer da "historia" em si parece mais como um inicio de debate mais do que realmente algo para entender mas também a historia em si trata um bocado sobre a descoberta de si mesmo no caso da Lain... e até meter uma figura que representa Deus na equação.

O Final do anime é um bocado silly mas é o final mais acertado para a série claro que não o vou spoilar



Personagens 

É complexo entrar por aqui, sendo que nenhuma personagem é desenvolvida e todas são assim postas lá sem grandes cenas.... simplesmente as personagens de Lain são como peças de xadrez no qual movem e Lain é uma jogadora e no outro lado esta o dito "God" da Wired. Digamos que a historia é tão centrada nas questões que eles querem transmitir que as persoangens agem por si e muitas vezes elas são uma representação ou partes da Lain, tal como a Arisu que é um bocado da humanidade que Lain tem sendo que é a única amiga dela. Vocês estão mesmo a ver a dificuldade que estou a ter a explicar isto mesmo porque parece que as personagens fazem o seu papel muito bem mas não há nada assim de especial para mencionar. Porque dentro da serie quem realmente tem um papel activo é mesmo a mensagem que se tenta transmitir e não as personagens.

Animação e OST


Eu meti a Animação e a OST no mesmo sitio para esta review porque o anime Não tem uma soundtrack porque o facto de não haver musica dá um ambiente diferente e a animação em si não é grande coisa digamos que parece um bocado Aku no Hana mas não é bem Rotoscoping nem existem grandes partes a mencionar.

Personal Enjoyment

Honestamente, Serial Experiements Lain é uma serie que não consigo recomendar a ninguém a não ser que esteja preparado para isso, é uma série complexa e de várias interpretações, o foco enorme nas mensagens de cada ep é tão grande que ao resto não lhe foi dada muita atenção mas também essa mesma atenção não é necessária. É complicado tentar descrever isto sem ter um debate logo ya, já sabem o que fazer

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Kill la Joy Pre-Apocalypse of Anime: Shikabane Hime



Da mesma revista que Soul Eater e Full Metal Alchemist chega-nos Shikabane hime,  pelo que tenho feito pesquisa não é uma série bem conhecida ( e com razão ), mas é daquelas series do tipo "Go read the Manga" do qual fez a publicidade mais estupida possivel, não me admirava nada que poucas pessoas depois verem este anime fosse ler a manga, não é que a manga seja má, mas porque a impressão que o anime deixou só mesmo aos mais curiosos é que vai interessar mas a pergunta fica... vale a pena ler a manga? Sim... vale a pena ver o anime? Não, honestamente não mesmo porque fillers.

Mas vamos ao que interessa e tentar perceber o que fez com que este anime falece-se em grandes proporções.

Historia

Ora bem a historia de Shikabane Hime é deveras simples e bem explicada no inicio, no mundo de SH as pessoas que morrem podem ter 2 estados, normal de estarem mortos e se no momento em que morrerem têm algum sentimento de culpa ou arrependimento viram monstros chamados Corpses ( Shikabane ) e para lutar contra esses montros existe um grupo chamado Kogon Sect, que é um grupo de budistas que juntamente com uma Shikabane Hime ( uma Corpse que fez um contrato com um padre para poder lutar ) lutam contra esses Shikabane. Todas as Shikabane Himes são do sexo femenino e têm de ser novas ( se bem que existem 2 que parecem ter uns 20 e poucos anos mas hey ainda é novo ). Nisto eis que nos é introduzido o Shinji... Ups desculpem, Kagami Oori o que é que ele tem de especial para alem de ser a personagem principal? bem... não tem nada, o que ele faz inicialmente é tentar introduzir ao leitor o que se passa a meter-se no meio de cenas onde não é chamado por causa de um gato fantasma.

Agora só falando do anime, a série é dividida em duas temporadas a Shikabane Hime: Aka e Shikabane Hime: Kuro e honestamente tenho a dizer que se só fizessem a primeira serie sem um final cliffhanger possivelmente tinham boa publicidade para a manga, no momento em que fizeram o Shikabane Hime: Kuro é quando foi tudo por agua abaixo, de uma série consistente e até gira passou a ser algo bipolar e estranho... motivações das persoangens são estranhas,  a introdução de personagens que não andam lá a fazer nada e que servem como estatuetas ali... personagens más que sobrevivem no final, o ultimo episódio não fazer nexo nenhum com o resto da série é tanta coisa que faz com que a pessoa em vez de querer ir ler a manga, se afaste muito rapidamente a série de repente morre e deixa de fazer nexo, sem contar que meteram um esteriotipo de Otaku rapariga ambulante porque Deus odeia-me, porque era exactamente o que a série precisava, uma Shikabane Hime murican que gosta de 2D como qualquer perv. Simplesmente podemos dizer que a série faleceu no momento em que SH: Kuro entrou na cena mas em compensação a manga é mais aturavel.

Personagens

Kagami Oori - Incialmente o que esta personagens faz é meter-se no meio do que realmente se passa e tentar ser emotivo para as pessoas que morreram e sempre meter o nariz onde não é chamado. O que faz com que a audiencia saiba o que esta a acontecer, inicialmente ele é um tipico cliché de personagem que fica triste por tudo e por nada, sempe anda a chorar e a reclamar por todos os cantos mas não é tão intenso como é com o Shinji, mas o que ele faz é absolutamente nada, isto é até um certo ep em que ele é forçado a fazer um contrato com uma Shikabane Hime por urgencia e na segunda série ainda anda assim meio chorão mas se formos a contar quantos eps ele precisa para acordar para a vida... são uns 22 logo até lá esta personagem é simplesmente "eh". Se bem que o ponto dela é tentar demonstrar ao resto que uma Shikabane Hime e um humano podem ter uma relação de amizade como se a Shikabane Hime fosse humana.

Hoshimura Makina - Inicialmente a Shikabane Hime do Kensei ( "irmão" do Oori, isto é ele adotou o Oori quando ele era pequeno ) ela é uma rapariga séria, determinada e não é muito social... o que faz perfeito ser um esteriotipo de rapariga que procura vingança.... e adivinhem? ela quer vingança das pessoas que a mataram. Quando troca o contrato com o Kensei para o Oori ela fica um bom bocado em rejeição sendo que ela tinha laços com o Kensei ( uma Shikabane Hime para ter um contrato precisa de um laço com a pessoa que vai fazer o contrato ) o que provocava uma maldição que ocorre quando essa shikabane hime fica com uma obsessão e fica demsiado poderosa mas a custo disso vai fazer um dano maior a quem esta com o contrato. Mas no final tenta viver uma vida normal com o Oori... final do anime sim porque a manga ainda esta on-going.


Quanto ao resto da cast? completos esteriotipos que se podia mecnionar mas não me apetece, nenhuma personagem é assim particularmente interessante mas se forem ver o anime possivelmente podem achar uma outra personagem interessnate mas digo já isto. Minai tu foste muito cedo embora desta série... 

Animação

O character design e algumas personagens parecem bipolares e muitas vezes ainda me questiono quem e como animou isto mas existem partes onde as persoangens são animadas como deviam ser mas depois... bam apareceu algo estranho que ainda me questiono que raio foi aquilo. Há persoangens que são animadas de formas diferentes e parece que ninguém se entendia no estudio que este já agora é Gainax!... sim o mesmo estudio de animação de TTGL e entre outros sucessos e depois aparece isto. Possivelmente foi numa altura de pouco budget. Mas a Gainax teve a ajuda do estudio Feel... que de feelings não tem nada!

E estranhamente mas acho que na manga também acontece, querem tentar sexualizar as personagens femeninas de alguma forma, principalmente com a ending, tipo... vão tentar sexualizar persoangens mortas, cadáveres. É que o problema não é sexualizar... o problema é se sente muito fora de sitio, como se fanservice senti-se fora do contexto do anime ( que honestamente sim não se sente bem ), digamos que é o perfeito exemplo onde fanservice não faz nexo nenhum e mesmo que se arranje 1001 desculpas para explicar não se consegue.

OST

Opening:
Beaufiful Fighter by angela

Ending:
My Story by angela
Beginning by angela

OST Composed: Norihito Sumitomo ( DBZ Kai, DBZ Battle of Gods, Toriko vs OP vs DB )

Ora bem, eu pessoalmente não sou fã da opening mas ao longo do tempo vim a gostar mais da ending, principalmente da primeira. Mas tirando isso de lado, são musicas OK nada de impressionante. Quanto ao resto da OST, infelizmente não a senti, esta lá mesmo para encher espaço e dar uma especie de ambiente a série, não tem nada assim que seja memoravel nem que diga "ah olha boa musica", simpesmente esta lá com o proposito de dar ambiente. Mas o que é bom neste tipo de animes sendo que é para isso que a musica num anime serve para.

Personal Enjoyment

Estaria a mentir se realmente acharia isto mau, pois, felizmente a série inicialmente parece ser boa mesmo que a motivação das persoangens estão tão a voar como os meus lados, mas infelizmente da forma como é executada e em relação a manga faz com que o anime faleça em si e se deixa morrer aos pouco... e o ultimo ep foi uma coisa que não se desculpa.. é estupido a pontos de se dizer que o ep 26 não existe.. gostava de dizer isso mas o ep 25 acaba de uma forma tão horrivel que mais vale dizer que a série nem existe.

Queria recomendar algo mas animes com undead que sejam decentes nem sei se existem...

sábado, 26 de abril de 2014

Kill la Joy Taiketsu: Tengen Toppa Gurren Laggan vs Kill La Kill

 VS 

Antes de entrarmos na cena vou explicar a esta minha Ideia.

Taiketsu( Showdown ), vai passar a ser um pequeno corner aqui no Kill La Joy com o seguinte objectivo. Colocar animes que são extremamente comparados a medir forças e a ver em que partes um é superior ao outro e se realmente existe essa tal superioridade, realmente estes dois são o perfeito e como qualquer Duelo de titãs vai ver algumas regras ( isto é sempre que se apresentar o caso  ). E sim, isto foi feito também para uma discussão aberta sobre o mesmo tema, simplesmente vou dizer o que acho de cada ponto mas a tentar ser o mais justo possivel. Obviamente que estão livres de me mandar na cabeça se disse algo que seja completamente errado.

Regras deste Duelo:

> As armas de combate serão Historia, Personagens e OST!

> Neste caso Animação não será discutido por uma simples razão, seria extremamente injusto para KLK sendo que o Studio Trigger não tinha muita budget para fazer isto, logo já dou Mad Props ao Studio Trigger por ter conseguido dar um bom mínimo de qualidade mesmo não tendo muito budget, Good Job Guys

> ESQUECI-ME DO QUE IA ESCREVER LOGO SE ME LEMBRAR METO!


Well then.. Let's use our drills to pierce the heavens pigs with human clothes!! Fair and Square... DUEL START!

Historia

Em termos de historia vai ser um bocado complexo mas vou tentar.

Tengen Toppa e Kill la Kill seguem quase que exactamente o mesmo tipo de plot line e até plot devices, não variam muito nem tentam puxar mais do que isso, mas é isso mesmo que faz com que ambas as séries sejam boas neste ponto. Ambas têm historias simples e muito puxadas para lutas de alto nível, a única diferença é mesmo a escala das mesmas. TTGL sempre tenta subir a escala mas sempre começou em algo já grande e a partir de aí sempre foi a crescer mas sempre a manter a escala grande, enquanto que Kill La Kill mantém uma escala mais concertada que é mais focado nas personagens em questão e não ser estupidamente enorme sem razão.

Ambas as historias inserem muitos conceitos como cobiça, o poder subir a cabeça das pessoas, limitações do ser que limitam a libertação do próprio e ainda insere outro tipo de metáforas cada um no seu canto e são coisas interessantes de se ficar a pensar no assunto até que se consegue ver o que eles tentaram fazer. Honestamente eu tenho a dizer que eu subestimei Kill La Kill.. conseguiu mostrar-me algo mais do que realmente pensava mas ao mesmo tempo andei o tempo todo a pensar em TTGL mas numa escala mais pequena e isso é mau? nem por isso, simplesmente mostra que o pessoal que escreveu a historia consegue dar o mesmo tipo de efeito que TTGL teve sem precisar de usar galáxias como armas ou ir até limites estupidamente grandes. E outra coisa que faz KLK e TTGL serem iguais é o factor dos poderes de ambos evoluirem rapidamente a mudarem de forma que se adapta ao ep.

Winner: Ambos -  Escalas diferentes, presença da historia simplista que não aparenta rumo inicialmente mas depois fica seguido com um rumo directo, sendo que em TTGL é mais rápido a fazer isto do que KLK mas no final ficam ambos straight foward e as batalhas em si independente da escala.

Personagens

As Personagens em ambos os animes não diria que são a mesma coisa, tanto o Simon como a Ryuuko poderiam-se comparar mas seria injusto sendo que ambas são diferentes não por serem homem e mulher mas sim pelas experiências e personalidade, sendo que o Simon inicialmente não tem muita confiança nele mesmo e precisava do Kamina para lhe aumentar essa confiança, a Ryuuko já era confiante mas com algumas derrotas é que ela começava a ficar em baixo mas para o Simon existe o Kamina.. então para a Ryuuko existe a Mako ou mesmo o Senketsu.

Falando de outras chars, será que podemos ir mais longe? sim... e se eu vos disser que a Satsuki e o Lord Genome são iguais em termos de como são de personagem mas adaptados para contextos diferentes? Bem agora vamos pensar juntos ( quem viu TTGL pode chegar lá mas vou ajudar a quem não viu ). Ambos a Satsuki e o Lord Genome queriam o melhor do mundo e estavam a fazer de tudo para proteger a humanidade, sempre estiveram mesmo que a maneira que estavam a fazer não era a mais correcta e por acaso ( só mesmo por acaso ) os dois têm um grupo de quatro pessoas chamados Shitenoh ( The 4 Kings ). Dada as suas impressões originais, podem ser considerados vilões, mas ambos nem são perto disso, simplesmente foram confrontados com os que não conheciam a verdade e abanavam a espada em nome de libertação ou vingança sem saber quase nada e nem as consequências que isso os poderia levar mas mesmo assim sempre se mantiveram no mesmo sitio. ( Não quer dizer que sejam iguais... mas o seu papel e da forma como o interpretam são bem parecidos )

Hummm agora segundo estas lógicas iniciais... poderemos comparar a Ragyo com o Anti-Spiral? Nem por isso... por uma simples razão a Ragyo é um vilão mais físico e singular enquanto que o Anti-Spiral é um conceito, enquanto que a Ragyo quer simplesmente conquistar o mundo usando Life-Fibres, O Anti-Spiral é um conceito de o que aconteceria se o ser humano trava-se a evolução, simplesmente se limitassem e simplesmente dormissem porque sabem que a evolução por quanto boa ela seja esta vai causar imensos danos ao universo, que voltamos ao inicio do facto que o Anti-Spiral pode não ser considerado um vilão a sério sendo que o que ele fez foi tentar salvar o universo mesmo que tenha de sacrificar a sua própria evolução para isso. Enquanto que a Ragyo é daqueles vilões que são consumidos pelo poder e querem conquistar o mundo, mas isto faz da Ragyo ser pior/melhor que o Anti-Spiral? outra vez, nem por isso... pela simples razão que por contexto os dois fazem sentido em cada série que estão e os motivos de cada um são bem adaptados se bem que ainda continuo a divagar sobre se o Anti-Spiral é mesmo vilão ou não... mas deixo isso para vocês.


Quanto ao resto da Cast? pá a única coisa que digo é que com isto acharia piada se a Trigger fizesse um Sanageyama vs Viral só para ser ter um eargasm de Nobuyuki Hiyama. Mas o resto da cast em si possivelmente também até que dá mesmo para a escala do mesmo, TTGL tem uma cast maior mas tem lá personagens que aparecem por momentos e morrem no final em segundos, e KLK tem uma cast mais pequena e focada... oh e uma boa referencia ao Aikuro Mitsugi por dar o que é possivelmente o melhor fanservice masculino de sempre em termos de anime.

Winner: Ambos - Entre Cast enorme mas espalhada e cast pequena e concentrada existem vantagens a cada uma e desvantagens claro mas sempre vai haver espaço para cada pessoa decidir que tipo de personagens vai gostar ou não e o que procura mas ao mesmo tempo aplicam-se bem no tipo de contexto. Bons heróis que se nota o desenvolvimento de cada um consoante as circunstancias.

OST


Possivelmente o mais complexo de fazer comparações porque entra no reino do gosto pessoal mas eu e vou dar o meu gosto pessoal mas vou tentar ser o mais justo possivel.


Em termos de OST no geral, eu pessoalmente, gostei mais da soundtrack de TTGL mesmo por causa da grandiosidade e do hype provocado das musicas nos momentos certos, quanto a KLK gostei da "Don't Lose your Way" mas possivelmente a única razão para isso é mesmo pela repetição da musica em tudo o que é momento da Ryuuko fazer alguma coisa ( apesar que ela loses her way everytime... desculpem eu tive de dizer isto ) mas na sua generalidade a OST de ambas as series entram bem quando devem e sabem calar-se quando devem. É um território muito estranho aqui mas se fosse para escolher uma musica que representaria o ponto para um dos animes seria a Libera me from Hell de TTGL mas lá está, infelizmente não vou declarar winners em OST neste caso particular porque ambas as soundtracks são boas contextualizando o ambiente do anime em si. Sendo que TTGL tem uma escala maior, as musicas têm de reflectir isso e enquanto que KLK é mais pessoal logo nota-se que tem mais theme songs ( a minha favorita é da Ragyo ). Logo aqui é o territorio do que mais gostam em tipo de musica mas devo ter dito isto umas quinhentas vezes nesta review logo sim.

Final Stuff

O que eu tenho a dizer mais sobre estas duas séries? Bem, para quem ainda não viu nenhuma ou já viu as duas e anda com "ah X é superior a Y" digo que simplesmente deitem essa lógica fora, porque in/felizmente KLK e TTGL são ambos iguais mas diferentes, são como irmãos gémeos mas cada um com personalidades diferentes mas que continuam a dar as mãos para coisas que têm de parecidas, simplesmente são series iguais mas com uma pele diferente, ambas podem ser enjoyable se tirarem o cérebro do caminho mas também podem ser enjoyable com o cérebro ligado se andarem a procurar as metáforas que ambos fazem e possivelmente conseguem divertir-se com isso mesmo. Kill la Kill é que tem mesmo aquela coisa do fanservice mas se seguirem a lógica do anime que é descartar essa limitação chamada vergonha e podem ver o potencial e eu vi isso mesmo ao descartar o facto que o fanservice esta la.

Bem meus queridos amigos, uma batalha intensa que merecia talvez mais umas 50000 palavras mas infelizmente escrever demais não é comigo, digamos que isto até foi um bocado mais interessante do que reviews normais mas ya, foi algo diferente para despertar os ânimos, mas lembrem-se que nem todas as séries são tão diferentes do que realmente pensam... mas bem possivelmente vamos ter mais disto e talvez que seja diferente do que scores iguais.