segunda-feira, 9 de março de 2015

Requiem For a Dream


Hey querem um filme que poderia ser a melhor campanha anti-drogas de sempre? possivelmente um dos filmes mais chocantes em termos de tema de drogas que possivelmente eu vi em toda a minha vida e de longe mantém-se como o filme mais deprimente que já vi na minha vida e se vocês são muito emocionais eu não recomendo a ver este filme porque pode ser muito forte ( e não estou no gozo ) mas como eu sou um Cold Hearted bastard é na boa vejo este filme com um sorriso na cara.

Le Review

A historia deste filme foca-se em duas personagens completamente diferentes Harry Goldfarb ( Jared Leto ) e Sara Goldfarb ( Ellen Burstyn ) em que os dois pelos vistos nunca se deram lá muito bem porque a primeira cena já é estranha em si.

Anyway estas duas personagens são importantes porque vão retratar diferentes lados do mundo das drogas e como é que ninguém esta realmente a salvo do vicio das drogas. Em que a historia da Sara conta como é que o vicio em si funciona em Drogas obtidas de forma legal ( Diet Pills ) e a historia do Harry mostra o outro lado que é a tentar fazer dinheiro  a vender droga Ilegal ( Cocaína ). Apesar de ambos serem completamente diferentes em historia vão dar ao mesmo caminho sendo que usam e abusam, começam a ver ilusões, sofrem do corpo ( principalmente o Harry que tem uma cena mesmo heartbroken por causa disso ) e como se não basta-se eles sofrerem fazem sofrer outros a volta deles. E demonstram isto de uma forma com impacto e diferente e a tocar uma belíssima musica quase o tempo todo com o nome do titulo "Requiem For a Dream".

Coisas da vida e Brocas das fortes

Requiem for a Dream é um filme muito bom para o campo para daqueles filmes com uma faceta mais deprimente mas não se preocupem que os filmes deprimentes acabam por aqui, pensei começar a primavera de uma melhor forma era com filmes destes mas sim voltarei a animes com outra cena deprimete! que bom certo?. Anyway Untill see you guys later 

The Road ( 2009 )


Hey querem um filme que se passa depois de um Apocalipse em que não tenha de forçar aliens, zombies, virose, doenças ou o que raio seja para se ter um bom filme? Se sim chegaram ao sitio certo porque isto é... The Road ( ou em portugues a estrada... mas se fosse realmente em Português este filme era cheio de Plot Holes ).

Le Review

Sem tendo noções temporais, este filme passa-se na America depois de ter sido devastada por algo que não é explicado, emque um homem e um rapaz têm de sobreviver e chegar aonde estar o mar e também onde esta mais quente.

É uma historia trágica sem realmente meter nomes ou dar a conhecer personagens. Sabemos que não são família em que eles têm de sobreviver da melhor forma possivel mesmo que tenham de matar outras pessoas para o fazerem e realmente o fazem, o filho tem que andar sempre a perguntar "Are we the good guys?" mas realmente é impossível ser bom ou mau quanto tens a tua vida na corda bamba o filme todo.

O Ponto especial do filme é a experiência do que é mesmo um mundo completamente destruído, sem cidades, sem agua, comida é escassa e sim o filme é extremamente cinzento e sem muita cor mesmo para ambientar o sofrimento que é. Existe muito para se pensar durante o filme.. coisas como "será que eu faria isto?"  porque é nos apresentado um filme que tem uma possibilidade de decisões e também como nós mudamos por completo quando nos tiram a cor e a vida ao mundo. É de facto uma experiência a que honestamente é boa para este tipo de setting.

Cenas da Vida e Survival

The Road é um filme impressionante pelo quão deprimente consegue ser mas ao mesmo tempo é um filme de exemplo de força do ser humano. Este filme é complicado coloca-lo em palavras sendo que é mais uma experiência visual do que propriamente um daqueles filmes com grandes dialogos e por ai. E como sempre eu posso dar-vos ainda mais para quem gostar de ler pode ler a obra no qual este filme foi inspirado chamado "The Road" por Cormac Mcarthy. Mas bem espero que tenham uma boa Semana e até a proxima review. 

quinta-feira, 5 de março de 2015

The Talented Mr.Ripley


Há muito que não escrevia uma review e para quem me conhece ver este filme na lista de ser reviewed deve ser outra surpresa considerando que eu sou um all action loving maniac. Anyway, The Talented Mr.Ripley é um filme estranho considerando que na primeira parte do filme parece dar a entender uma coisa e depois vai vira algo completamente do nada sem razão nenhuma aparente e acaba de uma maneira que honestamente fiquei mais tempo a pensar o que raios aconteceu.

The Review

Este filme começa numa pequena festa em que conhecemos Tom ( Matt Damon ) que pelos vistos sabe tocar piano muito bem e sair mentir claro. Ao saber mentir bem o Pai de um suposto amigo dele, Dickie Greenleaf ( Jude Law ), pede um favor ao Tom que é trazer o filho dele de volta da Itália para o estados unidos for some reason.

E a partir de aqui o filme começa mas a cena mais estranha é esta, o filme em si começa numa cena em que parece como se duas pessoas se conhecem e ficam amigas e sendo o Dickie um Free-Spirit que aceita amizades de qualquer idiota que lhe aparece a frente. Parece um filme totalmente normal de amizade entre dois rapazes e a noiva de um que poderia surgir em quase 10 tipos de filmes distintos em que um deles seria uma historia de homosexuais reprimidos sendo que tanto o Dickie e o Tom têm momentos... como o Dickie estar a tomar banho e o Tom ao lado.... enquanto jogam xadrez... hummmm. MAS NOPE de repente vira um psychopath killer movie sem razão aparente... é que nem vale a pena ficar "Oh não vou dar spoilers" porque realmente só por causa de uma personagem morre a outra fica um serial killer que mata tudo o que lhe aparece a frente e o que lhe convém... a pior cena disto tudo é que este segundo acto do filme sentiu-se que foi apressado para ver se lançavam o filme... porque basicamente saiu do nada, veio acelerar o pace do filme que parecia lento e agradável. Talvez era para dar um abanão ao filme para ver se animava mas nem precisava muito... havia outros tipos de filmes que isto poderia ter sido mas decidiram ir com um filme de um psicopata que acorda depois... de ter sido rejeitado por um gajo?.... é uma das teorias do filme mas hey!... It's just a Theory....


Cenas da vida e Barcos

Este é um filme que entretém, não é realmente algo de extraordinário mas sinto que o filme tinha potencial para ser muita coisa e decidiu ir por algo que realmente não foi a melhor escolha ou a escolha mais gira mas que se vai fazer. Se quiserem ver o filme recomendo vivamente para um sábado a tarde em que não têm nada para fazer e porque num sabado a tarde? porque o domingo é sempre reservado para melhores filmes como Birdemic e The Room. 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

All you need is Kill


Bem, sendo que arranjei uma forma de ler mangas sem realmente me cansar decidi que possivelmente vou-me ficar a fazer review de mangas pequenas e para começar fui para uma Micro-manga ( 17 chapters ) que foi adaptado numa Light Novel com o mesmo nome em que a Arte esta nas mãos da mesma pessoa que tratou da arte para Death Note e vou ter de ser honesto... esta manga para a duração que tem é muito boa.


Le Review

Setting 
A historia é contada da perspectiva de  Kiriya Kenji em que ele é um novo Recruta para o United Defense Force para lutar contra uma raça de aliens chamados Mimics que querem destruir a raça humana por alguma razão... mas aqui esta uma coisa... esta guerra toda só serve de desculpa e de side story para o que realmente acontece. O que realmente acontece é que Kiriya Kenji morre na totalidade, isto é, cada vez que morre o mundo dele é reiniciado num certo ponto que neste caso é quando acorda na cama dele umas horas antes de irem para o campo de batalha. O que faz de diferente é que ele se lembra de tudo o que aconteceu durante a vida anterior dele e assim continua até encontrar uma forma de poder sair deste loop infinito. Nisto também conhecemos outra personagem com esse poder chamada Rita Vrataski que também tem o seu Loop. Eles os dois reconhecem isso e tentam trabalhar juntos para poder salvar a humanidade dos Mimics.

Sendo a série curta focam-se realmente nas coisas mais importantes e tudo como é contado é sempre o mais directo e resumido possivel e nunca se sente como apressado mas sim como concreto e ter a certeza que algo acontece e que todos os chapters tiveram o seu impacto.

Personagens

É aqui que a manga peca mas realmente não tem muito por onde se pegar realmente. Em termos de personagens só o Kenji e a Rita é que realmente interessam sendo que são eles as personagens principais da série e honestamente explicar as personagens seria basicamente a quebrar algo que normalmente tento fazer em todas as reviews.. que seria spoilers. Mesmo assim posso dizer coisas basicas. O Kenji é basicamente um rapaz normal e amigável.. até descobrir o "poder" dele em que se torna cada vez mais frio mas mesmo assim mantém a humanidade dele. A Rita é basicamente o mesmo se bem que temos uma backstory para ela, em que os pais dela morrem para o Mimics e ela quer mata-los a todos porque... sim... até tem um momento como o Eren de Attack on Titan com uma melhor art do que AoT pode ter feito.

Cenas da vida e Infinite Loops

All you need is Kill, é uma boa manga para ler em 2 horas ou num tempo livre sendo que 17 chapters lê-se relativamente bem. E para uma curiosidade.. existe um filme baseado na Light Novel / manga chamada the Edge of Tomorrow que basicamente é esta historia com o Tom Cruise e Emily Blunt. Eu ainda tenho de ver o filme e talvez faça uma review para aqui 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Panzer Dragoon Saga


Panzer Dragoon Saga ou Azel, Panzer Dragoon RPG ( Japanese Name )  é o meu jogo favorito de todos os tempos e se olharem para o jogo não vão repara o que tem de especial. Bem para um Backstory antes de eu fazer review do jogo, a minha historia com Panzer Dragoon Saga é por causa de um verão em que andei doido para arranjar uma Game Gear... na altura em que desistimos da ideia este jogo apareceu e eu pensei "Ah já que joguei o primeiro e o Zwei o que poderia correr mal" que honestamente foi das melhores compras que fiz sendo que este jogo transborda de uma lindissima arte, um gameplay que nunca tinha visto em RPGs e honestamente não há nada mais awesome do que montar um dragão e andar a matar cenas. E assim apresento o meu jogo favorito...

Le Review

Setting - Sem data especifica, numa Excavation site para o The Empire ( que em RPG tropes é tipicamente evil ) temos a nossa personagem principal Edge que esta como um Segurança. De repente dentro da excavation site aparece uns bichos dos tempos antigos que matam algumas das pessoas de lá e um desses bichos parte uma parede que mostra uma rapariga muito estranha. No seguimento disso aparece uma nave de outra facção que é liderada pelo Crayman chamado Black Army ou Crayman's Army que pegam na rapariga e bazam. No meio de tanta cena o Braço Direito do Crayman ( sempre pensei que ele fosse isso ) mata o Edge... ah sim ele morre no inicio.. não por muito tempo.. sendo que é visitado pelo Divine Visitor e revive outra vez por uma causa. Depois iniciamos a jogar por um bocado até conhecermos o dragão que ele protege o Edge e o escolhe para ser ele a pessoa que o pode montar.... é algo que acontece em todos os Panzer Dragoons em que o Dragão é que escolhe quem o pode montar.

A cena da historia em Panzer Dragoon Games no geral é que é daquelas historias em que nada é explicado nem estabelecido na totalidade, basicamente há muita coisa dita e feita mas ninguém diz tudo na totalidade logo deixando com que as pessoas façam teorias e tentem puxar pela cabeça por algumas coisas na historia, mesmo assim motivações das personagens são fáceis de entender sendo que as motivações não são nada de especial e tudo o que gira a volta da historia gira a volta da vontade do dragão, porque todos os jogos parecem uma jornada que tem um propósito e no Saga não muda, basicamente existe a jornada com um propósito mas diferente dos anteriores, há uma historia com mais conteúdo para acompanhar. 


Gameplay



Provavelmente dos raros JRPGs na sua epoca a introduzir real time fighting... até lá era muito estratégico, turn based ou alguns Action RPGs. Mas o combate em panzer Dragoon era basicamente ATB bars e juntamente com real time action.

Tentar explicar isto em texto vai ser lixado mas, basicamente há 4 lados e nesses 4 lados podes voar sobre isso... em tanto em Boss fights como em normals andar a passear de lado a lado ajuda para procurar a fraqueza, e tem indicadores de onde o ataque do adversário pode ser ou não mais perigoso fazendo com que tenhas a estratégia de não te meteres lá  ( Basicamente os indicadores vai de vermelho a Verde em que vermelho é mais perigoso, transparente é neutro e Verde é safe ). Quanto ao resto do gameplay é basicamente moviment em que tens o mundo por onde explorar... bem não tanto. Eu muito reclamei sobre Final Fantasy XIII mas muitas partes do Panzer Dragoon Saga as vezes sente-se como um Hallway mas felizmente os hallways de PDS têm sempre algo para explorar... e muitas mazes para explorar. Depois há o gameplay para andar normalmente sem o dragon que honestamente é tão raro de ser usado que nem te preocupas com isso. 

Em termos de combate há algo que é introduzido quase no final do primeiro CD em que o teu dragon pode mudar de forma, tem 4 formas e as mesmas podem ser misturadas mas basicamente segue este esquema:
           Defense
Attack             Magic


            Agility

Em que basicamente podes variar entre as formas mas basicamente podes meter 2 em max e o resto vai com a 0. Tem a sua estratégia mas depende de como querem jogar, se bem que podem escolher entre Attack + Agility em que os lasers dão muito dano e o Agility faz-te rapido em que podes trocar dos lados rapidamente e ganhas um bocado de haste effect. De resto nunca lhe consegui pegar a sério sendo que spells não valem muito a pena ( explicado mais tarde ) e a parte da defesa é completamente inutil quando se tem Vengance orbs ou Shield spell/shards. 

Outro elemento ( que FFXIII também levou ) foi dar rating s depois das battles em que cada uma dá mais XP e Dynes ( aka gold ) mas há algo diferente aqui que não se aplica em outros jogos. Sendo que Panzer Dragoon Saga é um RPG originado de um Arcade game, no final do jogo têm um scoreboard que por um lado ajuda na replayability do jogo para tentarem fazer melhor e até descobrirem os mobs secretos... se bem me lembro havia algo diferente se tivessem o jogo a 100% mas não me lembro e só fiz isso uma vez.. porque é preciso andar a procurar todos os secret mobs e ganhar todas as batalhas em Excellent o que é complicado e precisa de um bocado de estratégia. 

Agora vou ter que ser o mau da fita neste momento... se perceberem de RPG este jogo torna-se ridiculamente fácil... fácil de tal ponto que passam muito bem o jogo sem se preocuparem muito mas uma cena.... se estiverem distraídos este jogo castiga e bem mas basicamente conseguem passar este jogo bem e só entre 1 ou 2 bosses é que são desafiantes de resto é basicamente "Find the weak spot and rape it with your gun or lasers". Falando em Gun e lasers.. um dos problemas deste jogo é que as spells deste jogo são desnecessárias... e principalmente um dos melhores ataques do jogo que é o Berserker Rage que se aprende do Atolm Dragon que é um dos spells mais fixes do jogo... basicamente é treta porque o maximo que vais dar é 25 damage e aquilo faz 100 hits logo 2500 damage no final que é absolutamente nada, logo a tua pistola e lasers normais do dragão é basicamente a arma mais forte que têm... o que é normal sendo que são os key gameplay points dos rail shooters.

World Design and Sound track 



Se há algo que é realmente um standout em termos deste jogo é mesmo o seu game design, tudo a volta, cenários, casas templos e naves é tudo feito de uma forma completamente diferente do que estariam habituados mas tem muito brancos e pretos e sem contar que tem mais design redondos a dar a entender que tudo era de uma civilização antiga do que propriamente uma moderna, e o jogo todo sente-se mesmo como se estivessem numas ruinas de algo antigo e se fosse um feito num engine moderno iria ser completamente lindo de se ver e algo bem diferente que só apreciaria num indie game e infelizmente este tipo de designs não é bem adorado pelas masses por ser algo muito artsy. 

A soundtrack é outra coisa que foi feito de forma diferente, em vez de ter musica orquestrada, Panzer Dragoon Saga decide ir por um caminho mais... diferente.. nem eu sei explicar bem que tipo de musica que é... alguém que saiba de musica pode explicar bem o que é. Mas é diferente, em vez de ser agressiva consegue dar esse sentimento de agressividade e urgência mas sem puxar muito por sons altos como guitarras eléctricas e por ai. Basicamente é bonito de outra forma e saber apreciar musica que outra vez... hoje em dia sairia de um Indie game. Coisa bonita que se aplica bem desde jogo é que é um dos JRPGs com mais musicas para batalhas e boss battles mesmo porque a sua origem foi um Rail Shooter em que também tem muita varias musicas para bosses e ainda reciclaram uma das melhores boss fights que foi o Guardian do Panzer Dragoon 2 tanto como a musica que é lindissima como a boss fight que ficou bem adaptada. 

Visto desta maneira possivelmente o PDS era um Indie game antes do termo sequer existir...


Cenas da Vida e Dragõesinhos 

Falar deste jogo e volta-lo a jogar para esta review realmente me meteu memorias que só as vivi durante a minha primeira playthrough e ter sentido o orgulho de ter jogado este jogo faz-me sentir bem, se não falei muito de historia e personagens durante a review é mesmo para não dar muito sobre o jogo e quero que todos o experimentem e que o conheçam... dá jeito que joguem os anteriores para perceberem de onde Panzer Dragoon veio para se tornar no que é agora. Bem por agora esta vai ser das poucas game reviews que vou fazendo de vez em quando... talvez toque em outro jogo que me marcou a minha juventude. 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Blade Runner


Se tiverem aquele amigo que viu mais filmes do que tu viste animes e se mencionares Cyberpunk possivelmente este é um dos primeiros filmes que ele se vai lembrar. Blade Runner é um daqueles filmes que qualquer fã de cyberpunk conhece e muito bem. Sem contar que Blade Runner pode dizer-se que introduziu bem o ambiente de um verdadeiro Cyberpunk.

Le review
Em 2019 em Los Angeles, conta a historia de Rick Deckard, um policia já fora de duty mas que também é um Blade Runner ( que é basicamente um caçador de Replicants, que são seres humanos artificiais ) e a missão dele é caçar uns 4 replicants que vieram para a terra ilegalmente.

A historia em si tem boas cenas mas o foco da historia parece ser mais sobre a aceitação dos replicants em que temos o nosso heroi a procura de cada replicant e a mata-los.. claro que aos matar há sempre mais do que só isso. Também existem aquelas questões de man vs machine, cenas do género que define Cyberpunk. Anyway acho que o filme fala muito por si, fazer uma review com algum texto sobre este filme é complicado quando o mesmo é muito expressivo apesar de quase ter menos cores do que um PC antigo.. mas lá está.. uma das definições de Cyberpunk é que não existe dia porque é tudo noite e escuro e tal.

Eu gosto particularmente da soundtrack deste filme, tem algumas tracks fixes mas é daquelas soundtracks que se limita bem no filme sendo que ajuda a alocar o ambiente de cyberpunk muito bem.


Cenas da vida e Dark and Grim

Sendo completamente honesto, apesar de poder dizer montes de coisas boas sobre este filme... eu simplesmente não gostei dele.. e nem é pela sua escrita e nem nada mas é pela falta de acção... eu infelizmente sou daquelas pessoas que adora acção continua e quando me falaram deste filme e pelo titulo pensei que ia ter algo mas infelizmente não o tive. Mesmo assim o filme é deveras bom e uma boa introdução a qualquer pessoa que queria saber o que é.. Cyberpunk.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Sunshine ( 2007 )


Realmente no mesmo ano que TTGL saiu havia um filme bonito e esquecido no meio de tantos por ai, Sunshine é um Space Thriller diferente sendo que parece que se vai tornar num tipo de cliché mas depois vira outro completamente diferente. Existe umas questões interessantes que o filme trata mas para os fãs de thrillers isto é de facto bom e bom uma boa Soundtrack para acompanhar... e captain America também nos acompanha.. infelizmente não é o Reb Brown mas o outro Christ Evans.

Le Review

Em 2057 o Sol estava a dar das ultimas e as pessoas andavam todas preocupadas... inicialmente enviou-se uma nave espacial com o propósito de criar uma estrela dentro de uma estrela ( Starception ) em que a Nave foi chamada Icarus I ( hit the symbolism Alert ) mas como a I falhou foi enviado uma 2º missão que é a que acompanhamos. Icarus II então segue viagem para o Sol para poder criar um mini-bigbang dentro do Sol e criar uma nova estrela dentro de uma estrela.

O desenrolar é completamente normal, começa tudo bem, é nos introduzida a crew e cada um com os seus problemas a dar a entender que não existe main character mas ele esta lá. Sim temos main character e chama-se Robert Capa, sendo ele o único a saber como controlar o Stellar bomb e tal, cenas da vida. Com isto tudo o que basicamente acontece no filme é uma série de azares e erros de calculos que chega a danificar a equipa mas não é o suficiente para os mandar abaixo, mas ai é-nos introduzido a outro ponto dentro da historia. A parte de Thriller é mais a frente introduzida por causa de um membro que aparece na nave deles que não foi convidado.

Quanto ao membro não convidado, existe ali um conflito entre Ciência e Religião que possivelmente não foi acabado ou simplesmente foi feito para as pessoas debaterem.. o problema é que não existe muito para debater sobre este tema e muitas vezes isto saiu tão do nada que as vezes preferia que o Computer Icarus ganha-se vida e lixa-se a operação toda.. sim seria como Space Odyseea mas não saia tão do nada como isto saiu.

Quanto a soundtrack é lindíssima, mas isso parece regra em filmes como estes sendo que tem que se meter algo para ouvir enquanto se esta perdido no espaço. Quanto a efeitos especiais foram giros mas nem sempre é o grande foco.

Cenas da Vida e Solzinho para o Bronze

Sunshine é mais um dos Space Thrillers que há por ai, mas este tem algo de diferente mesmo porque não acaba em tragédia e trata de um assunto que realmente não pensamos muito que é o nosso querido e amado sol. Porque não conseguimos viver sem ele.